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domingo, 3 de maio de 2009

Porque o blog ainda é meu

(E porque por acaso ainda me lembro da password...)

Achei por bem vir aqui postar qualquer coisa só porque me apeteceu... Mesmo que isto esteja abandonado há meses... Porque me apeteceu e porque hoje sinto-me mal, sinto-me triste e sinto-me desanimada e talvez me faça bem mandar isto para a blogosfera, descarregar as minhas energias negativas em quem tiver a infelicidade de ler isto.

Pois bem, já que nunca irei admitir isto na "vida real", hoje admito aqui que me sinto miserável. Há muito tempo que me sinto miserável, mas só hoje me dei autorização para pensar nisso, para me aperceber disso e para chorar lágrimas intermináveis. Sinto-me infeliz, sinto que não sou nada, sinto que a minha existência não faz sentido nem para mim nem para ninguém... E gostava de poder desaparecer sem nunca ter existido. Não era morrer que eu queria... Não era pessoas a chorar por mim que eu queria... Queria desaparecer sem nunca ter existido na vida das pessoas. Queria amanhã não estar cá, sem que isso alterasse a vida fosse de quem fosse... Família, amigos, pseudo. Tudo na mesma... Excepto eu cá a tentar viver. A minha vida parou. E isso faz-me pensar que já vivi o que tinha a viver... Mas fiquei cá esquecida. Alguém se esqueceu de mim.

Acho que ninguém vem cá, mas se por acaso alguém aparecer, aviso já que vou assombrar este blog com posts obscuros e músicas deprimentes da banda sonora da Anatomia de Grey até me aborrecer...

sábado, 19 de janeiro de 2008

FURIOSA!!!

É como eu estou hoje...

Saiam da frente que eu tou possuída!!!

Mas qual é o problema desta gente? Não sabem da vida deles e querem saber da minha???

Mas quê, agora toda a gente acha que sabe o que eu sinto, o que eu penso, o que eu quero, o que eu preciso? É que não podiam estar mais enganados...

Vou desligar os telemóveis e não quero saber de ninguém até a neura me passar... F*da-se! Podiam ir morrer longe...

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Wish#2

Era abrir os olhinhos... Deixar de ter sempre aquela esperança de que algo que eu quero vai acontecer quando tudo indica o contrário... O mais certo é que não aconteça mesmo e assim sempre me poupava a mais uma desilusão...

Tou a pedir muito?...

Como é possível?

Meu Deus! Como??? Como é possível uma coisinha tão pequena deitar-me abaixo desta maneira, ter tanto poder sobre mim? Como?

Como é que eu saio de casa tão bem com a vida e chego a casa assim?

Como é que uma coisa que ía ser assim tão boa se tornou nisto?...

Nem consigo encontrar palavras que descrevam a forma como me sinto... Se ao menos conseguisse escrever sobre isso sentia-me melhor... Mas nem consigo encontrar palavras...

Outra bofetada... Quantas conseguirei eu aguentar?